Loja virtual ou loja física? Por onde começar?

Está na dúvida se monta uma loja virtual? Ou uma Loja física? Ou ambas?

Não sabe muito bem se conseguirá gerenciar conjuntamente as duas?

Pois vou lhe dizer que isso é perfeitamente possível e, por sinal, uma prática bastante complementar. Mas não se engane em pensar que poderá reunir seus esforços em apenas uma das frentes, deixando a outra apenas “coexistindo”.

Os investimentos e os esforços necessários à implementação de cada uma são completamente diferentes, tanto na criação, quanto na manutenção da loja. Mas ambas carregarão sua marca, podendo, então, agregar tanto valores positivos, quanto negativos ao seu negócio.

O caminho mais comum é aquele lojista que inicia seu negócio com uma loja física e busca em um E-commerce uma vitrine virtual para sua marca, tentando desta maneira complementar suas vendas com alguns aspectos importantes a serem ressaltados: uma loja virtual permite funcionamento 24hs por dia, 7 dias da semana; não impõe limite de alcance, podendo chegar muitas vezes a atingir um público do mundo inteiro;  permite que pequenas empresas concorram com equilíbrio com grandes corporações e, por fim, fortalece e moderniza a marca abrangendo também um público que nem sempre tem o hábito de frequentar lojas físicas.

Loja virtual x Loja física
Loja virtual x Loja física: onde investir?

Mas é preciso que se tenha com clareza que a operação de uma Loja Virtual é completamente diferenciada, tangenciando a operação de uma loja física somente no aspecto gerencial (contábil, controles internos, financeiros e estoque). Todos os outros processos devem ser redefinidos, inclusive, o próprio processo comercial (compra, venda, logística interna, transporte e logística reversa).

Decidido então pela abertura da Loja Virtual, alguns cuidados devem ser tomados para que, como eu citei no início deste artigo, o seu e-commerce não apenas coexista, mas sim, complemente o sucesso de sua loja física:

  • Atente para a identidade visual de sua marca, os padrões devem ser os mesmos nos dois ambientes. Para isso, talvez valha a pena não diversificar muito seus fornecedores de peças gráficas;
  • Mantenha os estoques alinhados. Caso algum produto seja de venda exclusiva para algum dos canais, mantenha essa informação de maneira clara: é muito chato quando visualizamos um produto no e-commerce, mas optamos pela compra na loja física (situação muito mais comum do que se imagina). Ao chegar na loja, no entanto, descobrimos que o produto pertence somente ao canal virtual;
  • As promoções não precisam necessariamente coincidirem. Mas atenção ao informá-las para que não haja confusões do tipo “vi no site que este produto estava com 10% de desconto, mas chegando aqui na loja só o encontro com o preço cheio”. Seja coerente nas ofertas de promoções e saiba definir as exclusividades para cada canal de maneira auto-explicativa;
  • Muitas vezes, os clientes que vão até sua loja física, simplesmente desconhecem o canal virtual e a possibilidade de comprar sem sair de casa. Introduza essa mídia de forma a expandir a divulgação de sua marca. Se necessário, abuse de promoções para a primeira compra no site. Mas atenção: não deixe de cuidar para que o cadastro deste cliente seja único em seu sistema, caso contrário, o mesmo poderá ter problemas tanto ao se cadastrar em seu e-commerce, quanto no momento de fazer uso de seu desconto concedido.

Qualquer que seja a frente onde vá investir, cuide para que seus clientes sejam, além de satisfeitos, fidelizados e convertam suas visitas em compras. Planeje!

 

E lembre-se: a PWI oferece a melhor solução em integração de lojas físicas e virtuais. Venha nos conhecer!

Loja virtual PWI Store

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O E-commerce é regulamentado por lei?

Sim! Existe uma legislação própria para o E-commerce!

A Lei do e-commerce
A Legislação do E-commerce

Cada vez mais observamos os crescentes números do comércio eletrônico no Brasil e no mundo. O E-commerce hoje é uma realidade para pelo menos os 51,5 milhões de brasileiros que fizeram no mínimo uma compra virtual em 2014, dado levantado pelo Webshoppers, relatório semestral emitido pela E-Bit. Mas este número poderia ser ainda mais relevante se os direitos e deveres de consumidores e lojistas fossem amplamente conhecidos.

Na verdade, a internet já não é mais uma terra sem lei. Em Abril de 2014 foi sancionada a Lei 12.965, mais conhecida como o Marco Civil da Internet. Esta lei, que há muito se fazia necessária, estabelece os princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil.

 

Mas o que diz a legislação que rege especificamente as transações do comércio eletrônico brasileiro?

Em Março de 2013 passou a vigorar o decreto nº7.962 que regulamenta a já conhecida Lei nº8.078, referente ao tão comentado Código de Defesa do Consumidor, de 1990.

Mas o que isso significa, afinal?

Significa que o E-commerce desde então tem sua própria legislação, o que confere a segurança e os direitos que muitos consumidores temem não encontrar no infinito mundo da Internet.

 

Clique aqui para ler na íntegra a legislação do E-commerce. 

 

Resumindo coloquialmente e em breves palavras as principais informações trazidas por este decreto, temos alguns pontos importantes a salientar:

  • É obrigação do lojista a completa e visível identificação de seus dados empresariais, tais como razão social, CNPJ (quando houver) ou CPF, endereço completo, telefones de contato, etc.;
  • Deve haver a disponibilidade de um serviço de atendimento ao público eficaz;
  • Os produtos ou serviços oferecidos devem ter todas suas características identificadas de forma clara e elucidativa acerca, inclusive, dos riscos oferecidos à saúde e à segurança dos consumidores;
  • Preços e promoções também devem ser apresentados de maneira a não deixar margens a interpretações variadas;
  • É direito do consumidor a devolução e/ou troca da mercadoria, desde que dentro das condições expostas pelo lojista em local ostensivo.

É importante ao consumidor conhecer seus direitos, mas é fundamental ao lojista propiciá-los a seus clientes. Um ambiente virtual que transpareça segurança e confiabilidade são peças-chaves para atrair um público consumidor. Mas para fidelizá-lo é preciso muito mais que apenas as aparências, é preciso o respeito. E isto se consolida, de fato, na relação cliente/lojista.

Até a próxima semana!

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Ao Criar Seu E-commerce: Foco no Usuário!

Em se tratando de desenvolvimento de websites de Lojas Virtuais, muito se fala sobre o uso de tecnologias de ponta, recursos avançados e as mais diversas funcionalidades. Mas o que deve ser prioritariamente explorado quando se está planejando este workflow é a experiência que seu usuário terá.

Usabilidade para sua Loja Virtual
Usabilidade para seu E-commerce

É necessário que se tenha com clareza que o objetivo de uma Loja Virtual é vender. E para que isso ocorra, seu e-consumidor deve vivenciar uma fluidez que o leve a concluir sua compra quase de maneira intuitiva.

Para que você consiga então, definir qual será o fluxo de sua Loja Virtual, bem como seu layout ideal, você precisa conhecer muito bem seu público: qual a expectativa que seus e-consumidores tem ao entrarem em sua loja? Muito provavelmente, se você realizar uma pesquisa junto a este público encontrará respostas como: encontrar facilmente o produto desejado, navegar sem dificuldades entre um conteúdo limpo e organizado e facilidade no fechamento da compra.

Torna-se fundamental aqui o conceito de USABILIDADE. Definida didaticamente como a capacidade de um produto ser usado por usuários específicos para atingir objetivos específicos com eficáciaeficiência e satisfação, na prática ela vai definir a experiência do usuário de comprar em seu E-commerce e determinar se ele retornará.

Tenha foco no usuário
Foco no usuário!

Recentemente, esta linha tem evoluído em direção ao UX (User Experience), conceito muito mais abrangente que considera diversos fatores intrínsecos e extrínsecos ao usuário, de modo que o ciclo de compra em um e-commerce seja inteiramente mapeado junto a seus usuários: suas percepções, desejos, facilidades e limitações são avaliadas em todos os níveis de relacionamento, desde o primeiro contato com a interface do website, até o pós-venda e sua avaliação do produto adquirido. Com base neste mapeamento, os rumos do projeto são determinados.

Em resumo: o usuário está no centro da concepção de um projeto de Loja Virtual.

Fazendo uso de técnicas específicas ou não, tenha em mente que um usuário não precisa de muitas razões para abandonar sua Loja Virtual e buscar o produto desejado no site de seu concorrente. Por isso, garanta com que ele não encontre nenhuma dificuldade em concluir sua compra.

Lembre-se que atrair internautas é relativamente fácil. Difícil é mantê-los em seu site e fazer com que tais visitas se convertam em vendas.

Até a próxima!

Conheça nossa solução em Loja Virtual… E-commerce da PWI

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Quer ter um E-commerce e Não sabe Por Onde Começar?

PARTE III: Contratações adicionais e finalizações

Dando sequência à série de posts sobre como começar seu e-commerce, falaremos a respeito de alguns serviços que podem ser obrigatórios ou recomendados para a implantação de sua Loja Virtual.

Contratações adicionais para seu E-commerce
Contratações adicionais para seu E-commerce

Se você optou por uma plataforma alugada, provavelmente não terá a preocupação com serviços essenciais como hospedagem para seu website e banco de dados, pois a empresa fornecedora, em muitos casos, já inclui estes serviços – terceirizados ou não – em seu pacote. Caso contrário, contratar tais serviços deverá ser sua primeira tarefa. Os planos disponíveis variam de pacotes básicos, onde você não gastará mais que R$30,00 por mês e terá acesso a um plano mínimo de hospedagem e um banco de dados em versão gratuita, a pacotes mais robustos com serviços de Cloud Server dedicados e bancos de dados com espaço ilimitado.

Essencial também antes da inauguração de sua Loja Virtual, a contratação de uma plataforma de recebimento dos pagamentos de suas vendas deve ser balizada pela expectativa de conversões. E neste quesito, há uma certa dificuldade em se diferenciar os serviços oferecidos por este mercado: temos os facilitadores (intermediadores) de pagamento e os gateways de pagamento.

Os intermediadores ou facilitadores, como o próprio nome diz, são produtos de fácil instalação e que oferecem uma gama de serviços mais ampla a seus clientes, incluindo a segurança e a garantia de recebimento tanto do produto comprado pelo cliente, quanto do dinheiro recebido pela venda por parte do lojista. As mais diversas formas de pagamento já estão inclusas no momento da contratação, pela qual o lojista não paga nada.

Tanta facilidade no entanto, tem um preço: apesar de não cobrarem taxa de adesão e/ou mensalidades, os percentuais sobre as vendas giram na casa dos 7%, o que, em um universo grande de vendas, pode significar uma quantia significativa.

Já os gateways de pagamento tem seus processos de integração um tanto mais trabalhosos e onerosos quando à primeira vista. O gateway faz apenas a comunicação entre sua loja e as operadoras de pagamento que deverão ser contratadas à parte através de uma credenciadora ou diretamente com bancos. Para os gateways de pagamento, o lojista deverá pagar uma mensalidade proporcional ao número de transações que ocorrerem na loja mas, apesar da desvantagem desta taxa mensal, em um grande volume de vendas o lojista desviará uma parte menor de sua receita aos meios de pagamento.

Antes que se inaugure a Loja Virtual devemos ainda planejar como serão os fretes que levarão seus produtos até seus clientes. A contratação de uma transportadora, seja ela de uma empresa pública ou privada, afetará diretamente a confiabilidade de suas entregas e quanto seus clientes pagarão por sua compra. Portanto, muita atenção nesta escolha, ela pode ser determinante para o sucesso de seu E-commerce.

Para finalizar, abro parênteses para alguns serviços que podem não ser essenciais a sua loja virtual, mas poderão impactar positivamente no crescimento de seu negócio: análise de risco de suas vendas de modo a evitar fraudes, selos de segurança, ambientes seguros, serviços de SEO (Search Engine Optimization) e gerenciamento em mídias sociais são exemplos do quão vasto pode ser este universo em sua infinidade de opções.

A expansão de sua Loja Virtual
A expansão de sua Loja Virtual

E aqui, minha dica é simples: comece com o básico e “sinta” o mercado antes de fazer grandes investimentos. Por mais que você tenha feito um excelente planejamento, esteja preparado para mudanças de rumo para as quais o mercado pode direcioná-lo. Encare que novas demandas surgirão junto com seu crescimento e ter a flexibilidade para correspondê-las é característica fundamental para um empresário de sucesso.

Mãos à obra! Lembrando que a PWI Sistemas tem soluções de todos os tamanhos para seu E-commerce. VENHA NOS CONHECER!

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PARTE II: ESCOLHA DA PLATAFORMA

 

O investimento na plataforma
A escolha da plataforma

No primeiro post desta série falamos um pouco sobre o planejamento de seu negócio. Partiremos então à implementação da Loja Virtual e para isto, vamos fazer algumas considerações sobre uma das decisões mais importantes de seu projeto: a escolha de sua plataforma.
A criticidade desta escolha merece atenção especial uma vez que todo o funcionamento de seu E-commerce se apoiará nas funcionalidades suportadas pela plataforma contratada. Ter em mente o crescimento que almeja em sua Loja Virtual é fundamental para evitar uma mudança de plataforma no meio do caminho, implicando assim, em um processo bastante oneroso e traumático para sua loja.
Mas quais são os tipos de plataformas existentes no mercado? E quais os fatores devem ser levados em consideração para que você não erre em sua escolha?

Quando falamos em desenvolvimento de um e-commerce, são muitas as opções que saltam à nossa frente, utilizando-se das mais variadas propostas: desde as ditas lojas virtuais gratuitas até aquelas totalmente personalizadas e com altas taxas mensais para manutenção.

As plataformas oferecidas incluem:

  • Aluguel de plataforma: ideal para pequenos negócios que estejam ainda em fase inicial, as plataformas alugadas propõem o modelo Saas – Software as a Service, onde a empresa contratada se encarrega de todas as questões técnicas, desde o desenvolvimento do próprio site, até questões secundárias como a contratação da hospedagem, banco de dados, formas de pagamento, etc. Taxas mensais cobradas pelo aluguel normalmente estão relacionadas ao tráfego recebido pelo website e incluem sua manutenção e garantia de seu funcionamento. A desvantagem deste modelo consiste no fato de o lojista estar totalmente amarrado às condições e funcionalidades impostas pelo modelo contratado.
  • Venda de licença de uso: semelhante ao modelo de aluguel sem, no entanto, a cobrança de mensalidades. Nesta proposta, tal qual no aluguel de plataforma, os códigos-fontes do website são de propriedade do fornecedor. Qualquer demanda de manutenção e/ou suporte será cobrado à parte, o que pode sair bem caro ao lojista.
  • Plataformas Open Source: plataformas de código aberto, disponíveis gratuitamente na Internet. Apesar da gratuidade do código, dependerá da contratação de uma segunda empresa que seja especializada na implantação desta plataforma.
  • Aquisição de código fonte: desenvolvimento totalmente personalizado de loja virtual, onde o lojista torna-se proprietário de toda a codificação de seu website. Qualquer suporte técnico e manutenção de serviços ficam a critério do próprio lojista e do profissional que será contratado. A contratação de serviços secundários deverá ser feita pelo lojista.

Mas, apesar de todas estas opções, há uma decisão que deverá influenciar conclusivamente na escolha da plataforma: como deverá operar sua loja virtual em sua retaguarda?

Como parte do planejamento estratégico, você deve ter traçado as metas para seu negócio. E certamente, o crescimento dele está em seus planos. Para tanto, começar sua loja virtual com uma plataforma que opera sem um sistema de back office pode significar limitações gerenciais futuras. Ter um sistema de gestão agregado ao seu e-commerce permite o crescimento escalonável de seu negócio e representa uma grande vantagem competitiva.

O funcionamento de seu E-commerce
O funcionamento de seu E-commerce

Alguns outros detalhes devem ainda lhe balizar em sua decisão: a plataforma escolhida oferece ferramentas de SEO (search engine optimization)? O fornecedor escolhido tem alguma tradição de mercado? Conhece outros cases deste mesmo fornecedor? Como é a manutenção cobrada e qual sua cobertura? Qual a flexibilidade da plataforma escolhida para novos desenvolvimentos ou integrações?
Como vimos, a escolha da plataforma deve ser feita com muita base e cautela, sempre se apoiando no planejamento de sua Loja Virtual. Não tenha pressa nesta decisão pois dela dependerão muitos outros fatores que podem representar seu sucesso.

A Pwi Store oferece soluções para sua loja virtual de todos os tamanhos e para todos os tipos de investimentos. Com o ERP Volpe operando na retaguarda, a PWI Store pode crescer junto com seu negócio de maneira segura e estável.

Na terceira e última parte desta série, falaremos sobre outras contratações que deverão ser feitas antes de seu e-commerce ser inaugurado. Não perca… Até lá!

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Quer Ter Um E-Commerce e Não Sabe Por Onde Começar?

Parte I: PLANEJAMENTO

 

Como Começar Meu Negócio?
Como começar meu negócio?

É muito comum nos depararmos com algo que julgamos ser uma grande ideia de negócio mas não a colocarmos em prática simplesmente por não sabermos os caminhos necessários para tal. Assim como em qualquer ramo de atuação, a implementação de uma Loja Virtual também demanda alguns passos que devem ser analisados com muita cautela e paciência, pois podem estar diretamente relacionados ao seu sucesso.

Neste e nos próximos posts falarei um pouco sobre os primeiros passos para que você, lojista, entre neste disputado mercado virtual de maneira sólida e planejada.

 

Se você já tem seu negócio definido o próximo passo então é fazer um detalhado planejamento estratégico. Quais as missões, visões e valores de sua empresa? Quem é seu público-alvo? Como está o mercado em que está entrando? Quais seus concorrentes? Quais seus pontos fortes, fraquezas, vantagens e desvantagens? Quais suas metas? Quanto será necessário investir e qual será o retorno deste investimento?

Planeje
Faça Um Planejamento Estratégico

Estas e outras perguntas devem ser devidamente esclarecidas antes de qualquer outro passo. A falta de um adequado planejamento estratégico pode ser a causa de muitas histórias de insucessos. O SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas pode ser uma importante fonte de informações nesta fase de seu projeto, além de proporcionar as orientações burocráticas para abertura de sua empresa.

Como parte ainda do planejamento estratégico, existe uma importante questão a ser definida: qual será a identidade visual de sua loja? Definir sua marca e todas as variáveis que a cercam é tão fundamental quanto a escolha de seu negócio. Não se esqueça que, preferencialmente, esta identidade deverá acompanhar sua loja virtual ao longo de toda sua vida útil, pois é a partir dela que seus clientes lembrarão de seu negócio. Consultar um profissional de marketing para lhe acompanhar neste passo é a minha dica.

Muito bem! Negócio definido, planejamento traçado, identidade visual estabelecida. Vamos agora à parte II desta série: a escolha da plataforma de sua Loja Virtual…

Até o próximo post!

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As Tendências do E-Commerce Para 2015

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O E-commerce e suas tendências para 2015
As tendências do E-commerce em 2015

Não existe época mais promissora para novos planejamentos do que o início do ano. E quem está pensando em ingressar no mundo do Comércio Eletrônico deve conhecer um pouco mais sobre este cenário e suas perspectivas de mercado.

2015 começa e mais uma vez o E-commerce mostra-se em pleno crescimento. Embora represente ainda uma parcela pequena entre todas as vendas de varejo, as vendas virtuais deverão crescer 15% em relação a 2014, chegando a movimentar em torno de US$ 18,8 bilhões na economia brasileira, dados estimados pelo eMarketer.

Dentre estas vendas, uma significativa e crescente parcela delas deverá ser proveniente de dispositivos móveis: tablets e smartphones concorrem entre si como as m-plataformas acessadas entre os e-consumidores. Por isso, o lojista que decidir investir no e-commerce não deve deixar de pensar na usabilidade e navegabilidade em dispositivos móveis. Sites com layouts responsivos são excelentes saídas para o acesso por diversas plataformas.

Quanto às categorias mais procuradas, em relatório semestral de Julho de 2014 da E-bit, os principais produtos comercializados são aqueles relacionados a moda e acessórios (18% do total de pedidos), seguido por cosméticos e perfumaria (16%) e eletrodomésticos (11%). Veja gráfico abaixo:

Categorias mais vendidas no E-commerce em volume de pedidos.
Quais produtos mais vendidos E-commerces

Mas em meio a tantas pesquisas e estatísticas, uma tendência se mostra como a mais promissora para 2015: a de que proporcionar uma experiência positiva para o cliente é fundamental para o sucesso de suas vendas!

Como fazer isso? Mais a frente abordarei melhor este assunto. Por enquanto, comece a traçar as estratégias para que seu e-commerce faça parte das melhores estatísticas deste mercado… Bom trabalho!

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Google e Channel Intelligence: Novas possibilidades para as lojas virtuais?

Uma nova aquisição do Google, fresquinha, que deve turbinar a atuação da gigante de buscas junto aos e-commerces, está começando a levantar uma série de dúvidas nos usuários do Google, donos de lojas virtuais e seus clientes.

google + Channel intelligence

Trata-se da aquisição da Channel Intelligence (CI) pelo Google. Apesar de não termos ainda notícias oficiais por parte dos executivos do Google, corre por aí que o negócio foi firmado em módicos 125 milhões de dólares.

Em seu blog, a CI informa que a parceria foi fechada mas que ainda continuará a oferecer os serviços a seus clientes.

A CI (Channel Intelligence) é uma empresa que atua no mercado de lojas virtuais e e-mail marketing com foco na facilitação do processo de busca de produtos e finalização de compras para os consumidores o que, obviamente, ajuda os clientes lojistas a melhorar seu faturamento.

A CI já vem trabalhando em parceria com o Google há anos sendo que os esforços conjuntos resultaram no Google Shopping, uma interface de buscas de produtos e comparação de preços que abalou fortemente sites que ofereciam os serviços (aqui no Brasil talvez o maior representante do setor seja o Buscapé – que inclusive vem brigando judicialmente com o Google alegando que a partir do lançamento do Google Shopping, os comparadores de preços foram muito prejudicados nos resultados de busca).

Uma das ferramentas da CI, CI Boost Shopping Engines, ajuda os lojistas a oferecer conteúdo mais relevante para os internautas e os seus produtos a alcançarem melhores posições em resposta aos termos de busca utilizados, o que tem propiciado aos e-commerces atingirem resultados fantásticos na conversão de vendas: Ferramentas de relatórios de vendas segmentados ajudam a tomada de decisões estratégicas rápidas e eficientes.

Não é difícil imaginar que com mais essa aquisição o Google pretende ampliar ainda mais sua atuação no comércio, só não sabemos ainda como… Se por um lado as soluções da CI podem incrementar a “inteligência” dos robôs do Google visando uma melhoria na experiência dos usuários, por outro pode aumentar ainda mais o poder do buscador. Basta lembrarmos o que aconteceu com Google Shopping: iniciou sua operação de maneira gratuita e pegou todo mundo de surpresa quando começou a cobrar para a exibição de produtos nas listas de comparação de preços.

Uma coisa é certa: o Google, cada vez mais, quer e consegue oferecer melhores experiências de busca aos internautas. Apesar de ter “nascido” como um trabalho de faculdade, o Google conquistou seu espaço e corre cada vez mais atrás de melhores e maiores chances de negócios; ao mesmo tempo, nós usuários comuns, utilizamos essa ferramenta que nos fornece respostas rápidas e relevantes…

Eu trabalho com otimização de sites e sei da importância que representa para uma empresa estar nas primeiras posições dos resultados de busca. Sei também que os resultados do Google são bastante relevantes e que, para conseguir juntar essas informações, analisar o comportamento dos usuários tem papel fundamental nos algoritmos desse software.

Bem, vou me abster de tirar conclusões precipitadas. Confesso que tenho certo receio do que pode surgir desse acordo firmado entre as duas empresas…

Abraços,

Heloisa Gaspar

@Heloisa_Gaspar

Otimização de sites, Links Patrocinados, Midias Sociais. Divulgação de sites na Internet

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O e-commerce sob a ótica da segurança

O e-commerce sob a ótica da segurança

Como se sabe, o e-commerce está aquecido no Brasil, e a tendência é de que continue a crescer cada vez mais.

A popularização do e-commerce, também conhecido como “loja virtual”, alavanca uma série de outros índices relacionados ao tema, tanto positivos como negativos. Os cuidados que o consumidor deve ter durante as compras em sites de comércio eletrônico fazem toda a diferença na hora de realizar uma compra pela internet.

(mais…)

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