Impressão dos códigos CEST e NCM – Convênio ICMS 25/2016

Sistema de frente de loja Vixen. O melhor sistema para manter o controle total da sua loja e do estoque

 

 

Entrará em vigor a determinação do Convênio ICMS 25/2016, que torna obrigatória a impressão do código CEST (Código Especificador da Substituição Tributária) e NCM/SH (Nomenclatura Comum do Mercosul – Sistema harmonizado) na descrição do item no Cupom fiscal.

Conforme publicação de 05/07/2017 do Portal da Nota Fiscal eletrônica (http://www.nfe.fazenda.gov.br ), os prazos de obrigatoriedade do código CEST são:

  • 01/07/2017 – Para Indústrias e importadoras
  • 01/10/2017 – Para atacadistas
  • 01/04/2018 – Demais segmentos

 

 

CONVÊNIO ICMS 25, DE 8 DE ABRIL DE 2016

Publicado no DOU de 13.04.16

 

Obriggações fiscais. Inclusão de código CEST e NCM na nota fiscal eletrônica (NFE)

 

Altera o Convênio ICMS 09/09 que estabelece normas relativas ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e ao Programa Aplicativo Fiscal-ECF (PAF-ECF) aplicáveis ao fabricante ou importador de ECF, ao contribuinte usuário de ECF, às empresas interventoras e às empresas (mais…)

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Fechamento de caixa, a conta não está batendo?

Se as contas não estão batendo no final do expediente é sinal que alguma coisa está muito errada!

 

Sistema pdv - Fechamento de caixa

 

Um estabelecimento comercial que tem o objetivo de vender não pode se dar ao luxo de perder dinheiro, certo? Por isso mesmo é que a operação de fechamento de caixa deve ser realizada com seriedade e muito cuidado!

FECHAMENTO DE CAIXA significa verificar se o valor presente no caixa (dinheiro, cheques, comprovantes de operações com cartões, vales, vouchers, etc) confere com todas as movimentações realizadas durante o período em apuração (compra, venda, repasses financeiros e pagamentos) realizadas durante o expediente de trabalho.

 

Para evitar defasagens no fechamento do caixa é necessário que a empresa possua uma metodologia de trabalho, porque quando as falhas no registro das transações financeiras não são sanadas a tempo podem surgir problemas maiores.

Para que a empresa tenha um maior controle de seu fluxo de caixa, além do fechamento do caixa, é importante (mais…)

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O que você não sabia sobre TEF?

TEF é uma abreviação para Transferência Eletrônica de Fundos.

Cada vez mais comum em nosso dia a dia, a transferência eletrônica de fundos ganhou grande aceitação devido às inúmeras vantagens que trazem tanto para os comerciantes quanto para os clientes.

TEF - Transferência eletrônica de fundos

 

Se por um lado o comerciante realiza as operações com mais rapidez e eficiência, por outro ele conta também com maior segurança do que através de recebimentos em cheque (por causa de fraude) e em dinheiro, que normalmente expõe o estabelecimento a grandes riscos de assaltos ou mesmo de desvio por parte de funcionários mal-intencionados.

Mas não estamos aqui falando de maquininhas de cartão, essas portáteis (CIELO, REDECARD, etc), que são muito utilizadas em restaurantes, postos de gasolina, empresas de delivery e por pequenos estabelecimentos, e que não necessitam de um software de gerenciamento – as operações que são realizadas nelas não possuem qualquer integração com o gerenciamento do estabelecimento, uma vez que todas as operações de crédito e débito são realizadas separadamente do caixa. Os valores são digitados manualmente, o cliente coloca a senha e o estabelecimento precisa guardar todos os comprovantes para poder manter controle sobre as operações da loja.

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As empresas de varejo (venda direta ao consumidor) também estão obrigadas a emitir NF-e?

Nota Fiscal Eletrônica é um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e a Autorização de uso fornecida pelo Fisco

Nota fiscal eletrônica - NFE

Em regra, as operações de venda direta ao consumidor não estão obrigadas a emitir NF-e, exceto nas operações destinadas à órgãos públicos, de comércio exterior e para destinatários localizados em unidade da Federação diferente daquela do emitente.
Caso a empresa de varejo também atue (mais…)

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7 operações que necessitam de um sistema para emissão de NF-e

A NF-e substitui a nota fiscal modelo 1 e 1-A em todas as hipóteses previstas na legislação em que esses documentos possam ser utilizados. Isso inclui, por exemplo: a Nota Fiscal de entrada, operações de importação, operações de exportação, operações interestaduais ou ainda operações de simples remessa.

Nota fiscal eletrônica - NFE

Nota Fiscal Eletrônica é um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes. Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e a Autorização de uso fornecida pelo Fisco, antes da ocorrência do fato gerador.

 

Muitas empresas, visando diminuir custos, utilizavam o sistema gratuito (mais…)

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8 Motivos para adquirir um sistema PDV homologado imediatamente

 

Melhor sistema PDV

 

Você tem um comércio e ainda não se decidiu sobre adquirir um sistema pdv homologado?

Veja então as razões que apresentamos para você:

 

  • Emissão do documento fiscal (ECF/NFC-e ou CF-e SAT)

    • assim evitará multas: Há muitos anos que CONFAZ tornou obrigatório um sistema para controle dos ECFs , o PAF-ECF. O ECF substituiu a emissão manual das notas fiscais ao consumidor. Desde então, os sistemas de emissão de documentos fiscais vem sofrendo algumas alterações. Hoje os comércios devem optar pelo PAF-ECF, SAT-CFE ou NFC-e, dependendo do estado onde estiver sediado o estabelecimento. Daí a necessidade de contratar um sistema homologado e que funcione em todo o território nacional!

 

 

  • Agilidade na venda:

    • Sem dúvida alguma um sistema de frente de loja bem desenvolvido garante ao estabelecimento uma agilidade maior nas vendas, garantindo facilidade de acesso às telas, busca de informações dos produtos cadastrados no sistema, controle das vendas e estoque. Tudo isso integrado!

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Convênio ICMS 25/2016: Cupom fiscal – Impressão dos códigos CEST e NCM

Entrou em vigor em 1º/06 a determinação do Convênio ICMS 25/2016, que torna obrigatório, a partir de 01 de junho de 2016, a impressão do código CEST (Código Especificador da Substituição Tributária) e NCM/SH (Nomenclatura Comum do Mercosul – Sistema harmonizado) na descrição do item no Cupom fiscal.

Leia o texto do convênio na íntegra

 

Convênio ICMS 25/2016, que torna obrigatório a impressão dos códigos CEST e NCM na descrição do item no cupom fiscal. O Vixen, sistema pdv jatende a essa obrigatoriedade

 

CONVÊNIO ICMS 25, DE 8 DE ABRIL DE 2016

 

Publicado no DOU de 13.04.16

 

 

Altera o Convênio ICMS 09/09 que estabelece normas relativas ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e ao Programa Aplicativo Fiscal-ECF (PAF-ECF) aplicáveis ao fabricante ou importador de ECF, ao contribuinte usuário de ECF, às empresas interventoras e às empresas desenvolvedoras de PAF-ECF e dá outras providências.

 

O Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ, na sua 160ª Reunião Ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 8 de abril de 2016, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte

 

C O N V Ê N I O

 Cláusula primeira A cláusula quinquagésima quarta do Convênio ICMS 09/09, de 03 de abril de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação:

 

Cláusula quinquagésima quarta Os códigos utilizados para identificar as mercadorias ou prestações registradas em ECF devem ser:

I – Número Global de Item Comercial – GTIN (Global Trade Item Number) do Sistema EAN.UCC;

II – Código Especificador da Substituição Tributária – CEST , quando for o caso;

III – Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado – NCM/SH, quando for o caso.

§ 1° Na impossibilidade de se adotar a identificação de que trata o inciso I, deverá ser utilizado o padrão EAN – European Article Numbering e, na falta deste, admite-se a utilização de código próprio do estabelecimento usuário.

§ 2º O código a ser utilizado para o registro das prestações observará a lista de serviços anexa à Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003, admitindo-se a utilização de acréscimos a partir do código previsto na referida lista.

§ 3º Os códigos devem estar indicados em Tabela de Mercadorias e Serviços especificada na ER-PAF-ECF a que se refere a cláusula trigésima terceira.

§ 4º A critério da unidade federada, poderá ser exigido do contribuinte que, havendo alteração no código utilizado, no caso de utilização de código próprio como previsto no § 1º, anote o código anterior e a descrição da mercadoria ou serviço, bem como o novo código e a descrição da mercadoria ou serviço e a data da alteração no Livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência.

§ 5º Os códigos CEST e NCM/SH, previstos no Convênio ICMS 92/15, de 20 de agosto de 2015, devem ser impressos no Cupom Fiscal no campo descrição da mercadoria, a partir do primeiro caractere, da seguinte forma:

#código CEST#NCM/SH#descrição da mercadoria

 

§ 6º Ficam obrigados à regra prevista nesta cláusula os contribuintes usuários de ECF desenvolvidos nos termos deste convênio e do Convênio ICMS 85/01.”.

 Cláusula segunda Este convênio entra em vigor na data da publicação, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do segundo mês subsequente ao da publicação.

 

(fonte: https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/convenios/2016/cv025_16)

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Categorizando os produtos em seu E-commerce

Quer vender mais em seu E-commerce? Mostre seus produtos…

 

Quais motivos levariam um consumidor a comprar em uma Loja Virtual, e não em uma loja física? Provavelmente, com o mínimo de reflexão sobre esta questão, você chegará facilmente a uma lista de possíveis razões, dentre as quais, a COMODIDADE deverá figurar entre as principais, se não a primeira a ser lembrada.

Venda mais em seu E-commerce
Venda mais em seu E-commerce

Quando navegar em seu E-commerce, metaforicamente, imagine-se andando entre as prateleiras de um supermercado. Como você gostaria que os produtos estivessem dispostos nestas prateleiras de modo a facilitar sua compra e permitir que você não se esqueça ou desista de comprar nada?

Agora importe este conceito para sua loja virtual enquanto estiver trabalhando na criação de suas categorias e distribuição de seus produtos. Lembre-se que a primeira tarefa é organizar as “prateleiras” de seu E-commerce. Mas não para por aí. Ofereça a seu público diversas formas de encontrar o que ele procura e, para isso, lance mão de diversos relacionamentos que sua plataforma deve oferecer-lhe: filtros, categorização de produtos por tipos, por características, por família, por preço, etc. Classifique seus produtos pelo maior número de características possível. Um mesmo produto pode ser buscado por muitos e-consumidores, no entanto, a procura por este produto acontecerá pelas mais variadas maneiras.

Cross selling e Up selling
Cross selling e Up selling

Utilize-se ainda de conceitos atuais, tais como cross selling e up selling:

O CROSS SELLING, ou venda cruzada, é promover a venda de um produto complementar àquele primeiramente buscado, aumentando, com isso, o valor do ticket médio de sua loja virtual. Esse relacionamento de produtos por afinidade pode ser feito em dois momentos: no momento da escolha do produto principal e, em uma segunda tentativa, no momento da finalização do carrinho.

Já o UP SELLING é a formação de uma combo promocional ao seu cliente em uma tentativa simultânea de aumentar seu ticket de maneira vantajosa também para o cliente. O melhor exemplo para isso é a clássica combinação hambúrguer + batata frita + refrigerante, onde comprando-se esta combo o valor é inferior à soma do valor dos três produtos quando comprados individualmente.

Seja qual for o segmento de seu E-commerce, facilite a compra para seu cliente e faça uma boa vitrine de seus produtos.

Quanto melhor a categorização criada, mais facilmente seus clientes encontrarão o que procuram e farão de sua visita a seu e-commerce, uma conversão. E o melhor? Se esta experiência tiver sido intuitiva e agradável ao cliente, ele retornará para futuras compras e indicará sua loja virtual a outros compradores.

 

Lembrando que a PWI oferece a melhor solução em E-commerce do mercado. Venha nos conhecer!

E-commerce PWI

 

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Loja virtual ou loja física? Por onde começar?

Está na dúvida se monta uma loja virtual? Ou uma Loja física? Ou ambas?

Não sabe muito bem se conseguirá gerenciar conjuntamente as duas?

Pois vou lhe dizer que isso é perfeitamente possível e, por sinal, uma prática bastante complementar. Mas não se engane em pensar que poderá reunir seus esforços em apenas uma das frentes, deixando a outra apenas “coexistindo”.

Os investimentos e os esforços necessários à implementação de cada uma são completamente diferentes, tanto na criação, quanto na manutenção da loja. Mas ambas carregarão sua marca, podendo, então, agregar tanto valores positivos, quanto negativos ao seu negócio.

O caminho mais comum é aquele lojista que inicia seu negócio com uma loja física e busca em um E-commerce uma vitrine virtual para sua marca, tentando desta maneira complementar suas vendas com alguns aspectos importantes a serem ressaltados: uma loja virtual permite funcionamento 24hs por dia, 7 dias da semana; não impõe limite de alcance, podendo chegar muitas vezes a atingir um público do mundo inteiro;  permite que pequenas empresas concorram com equilíbrio com grandes corporações e, por fim, fortalece e moderniza a marca abrangendo também um público que nem sempre tem o hábito de frequentar lojas físicas.

Loja virtual x Loja física
Loja virtual x Loja física: onde investir?

Mas é preciso que se tenha com clareza que a operação de uma Loja Virtual é completamente diferenciada, tangenciando a operação de uma loja física somente no aspecto gerencial (contábil, controles internos, financeiros e estoque). Todos os outros processos devem ser redefinidos, inclusive, o próprio processo comercial (compra, venda, logística interna, transporte e logística reversa).

Decidido então pela abertura da Loja Virtual, alguns cuidados devem ser tomados para que, como eu citei no início deste artigo, o seu e-commerce não apenas coexista, mas sim, complemente o sucesso de sua loja física:

  • Atente para a identidade visual de sua marca, os padrões devem ser os mesmos nos dois ambientes. Para isso, talvez valha a pena não diversificar muito seus fornecedores de peças gráficas;
  • Mantenha os estoques alinhados. Caso algum produto seja de venda exclusiva para algum dos canais, mantenha essa informação de maneira clara: é muito chato quando visualizamos um produto no e-commerce, mas optamos pela compra na loja física (situação muito mais comum do que se imagina). Ao chegar na loja, no entanto, descobrimos que o produto pertence somente ao canal virtual;
  • As promoções não precisam necessariamente coincidirem. Mas atenção ao informá-las para que não haja confusões do tipo “vi no site que este produto estava com 10% de desconto, mas chegando aqui na loja só o encontro com o preço cheio”. Seja coerente nas ofertas de promoções e saiba definir as exclusividades para cada canal de maneira auto-explicativa;
  • Muitas vezes, os clientes que vão até sua loja física, simplesmente desconhecem o canal virtual e a possibilidade de comprar sem sair de casa. Introduza essa mídia de forma a expandir a divulgação de sua marca. Se necessário, abuse de promoções para a primeira compra no site. Mas atenção: não deixe de cuidar para que o cadastro deste cliente seja único em seu sistema, caso contrário, o mesmo poderá ter problemas tanto ao se cadastrar em seu e-commerce, quanto no momento de fazer uso de seu desconto concedido.

Qualquer que seja a frente onde vá investir, cuide para que seus clientes sejam, além de satisfeitos, fidelizados e convertam suas visitas em compras. Planeje!

 

E lembre-se: a PWI oferece a melhor solução em integração de lojas físicas e virtuais. Venha nos conhecer!

Loja virtual PWI Store

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Você já tem seu M-commerce?

Entenda essa tendência e modernize sua loja virtual

M-commerce
M-commerce: venda também pelo celular

Começarei esse artigo com um desafio simples à você, leitor: tente encontrar em seu meio alguém que não possua ao menos um aparelho de celular.

Difícil, não é?

Então vou facilitar: tente encontrar em seu meio uma única pessoa que NUNCA tenha acessado a internet através de seu celular.

Bastante improvável. E mais: basta levantarmos um pouco nosso olhar ao redor para nos depararmos com incontáveis pessoas que estão, atentamente, navegando na Internet por meio de seu aparelho, seja em redes sociais, seja gerenciando e-mails, ou mesmo, efetuando compras em algum m-commerce.

Ainda que seja um hábito relativamente novo, comprar pelo celular definitivamente é uma ação para a qual os lojistas devem atentar quando planejam o desenvolvimento de seu e-commerce.
Já citei em um post recente que o acesso a Lojas virtuais através de um dispositivo móvel é uma grande tendência do mundo do comércio eletrônico e, cada vez mais, isso é uma realidade.

Em sua última pesquisa realizada em Outubro de 2014, tendo como referência o ano de 2013, a CETIC (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), órgão ligado ao CGI (Comitê Gestor da Internet no Brasil), o número de brasileiros que usam a internet pelo celular atingiu 52,5 milhões em 2013, representando 31% da população do país. Esse percentual mais que dobrou em relação aos anos anteriores estudados.

O maior levantamento sobre os hábitos de informação dos brasileiros, comandado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, a Pesquisa Brasileira de Mídia de 2015 confirma esta tendência já há muito estudada. No gráfico a seguir, extraído desta pesquisa, fica claro o grande aumento no uso do celular como plataforma de acesso à internet (cada entrevistado poderia ter mais de uma resposta, por isso, a soma dos percentuais ultrapassa 100%).

Plataformas de acesso a internet
Plataformas de acesso a internet

Frente a tantos estudos que comprovam essa enorme tendência de mercado, como você, lojista, está se preparando para não ficar para trás?

Hoje já não basta ter uma Loja Virtual atrativa, com produtos de qualidade, com boas condições comerciais, boa visibilidade em buscadores e uma logística perfeita. Permitir o acesso total a todo esse conteúdo a partir de qualquer dispositivo, especialmente aquele que está sempre à mão do cliente – o celular – é fundamental! E aí entra o conceito do m-commerce, ou mobile commerce.

Mas afinal, o que é M-commerce?

M-commerce ou mobile commerce é a terminologia definida para o comércio – de bens ou serviços – feito pela Internet através de dispositivos móveis, como tablets ou celulares.

A Fecomercio, citando um estudo de 2015 feito pela Paypal em parceria com a Ipsos salienta que em 2013 foram registrados US$102,1 bilhões movimentados em transações (compras online) via celular. E não para por aí! Até 2016 é esperado que esse volume aumente até 105%, podendo chegar a US$ 210 bilhões.

E você, vai ficar de fora disso?

Consulte-nos sobre como transformar sua Loja virtual em um m-commerce!

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