Dicas para colocar seu site no índice do Google

Como colocar seu site no Google: confira nossas dicas

Os buscadores como Google, Yahoo, etc. são motores que armazenam em seus servidores todo o conteúdo que conseguem visualizar nos sites visitados por eles. São data centers enormes espalhados por todo o mundo!

Uma vez que um internauta entra na página da web do Google e digita sua busca, “ao dar ENTER”, ele dá a ordem ao programa do Google para buscar, dentre todas as informações que ele possui armazenadas, quais os sites que possuem conteúdo referente à solicitação.

E o buscador retorna aquele monte de resultados…

Mas para que seu site esteja entre aqueles que o Google retorna para o usuário, é necessário (mais…)

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Como colocar meu site no Google?

A elaboração de um site é uma tarefa delicada: separar o conteúdo que será publicado, fotos e arquivos adicionais. Uma vez decidido o layout do site e como será a navegação interna, ainda sobrará uma tarefa bastante trabalhosa que é a elaboração dos textos que serão publicados em cada uma das páginas.

Os buscadores e a indexação de sites

Para conseguir preparar melhor o conteúdo de um site visando um melhor posicionamento nos buscadores, é necessário primeiro entender como funcionam esses programas que varrem a internet.

Mecanismos de busca são programas feitos para auxiliar a busca de informações. O Word (processador de textos da Microsoft) possui um motor de busca interno que permite localizar rapidamente dentro de um texto uma palavra determinada. O Windows também possui um programa buscador através do qual é possível localizar arquivos ou trechos de arquivos utilizando o comando “localizar”.

 

O mesmo funciona também na internet: os buscadores como Google, Yahoo, etc. são motores de busca que conseguem localizar dentro de arquivos o conteúdo solicitado pelos internautas (os sites são compostos por arquivos armazenados em servidores que disponibilizam seu conteúdo para acesso através da internet). (mais…)

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As mudanças de algoritmo do Google

A Google está sempre focada em exibir os melhores resultados para os usuários do buscador. Isso é fácil de entender… Se boa parte de suas receitas vem dos anúncios (links Patrocinados) natural eles quererem manter seus usuários bem fiéis! Quanto mais usuários, mais eles ganham!

É por isso que essa gigante das buscas promove mudanças em seus algoritmos.

Sede da empresa Google. Imagtens das mudanças de algoritmo do Google: Panda, Penguin e Humminbird

Acontece que exibir anúncios em resultados de busca é uma forma de negócios que não é exclusiva do Google. Outros buscadores (Yahoo, Bing e outros menores como Ask, etc) também exibem resultados PPC ( Pay per click) em seus resultados. Só que nenhuma delas até hoje conseguiu chegar nem perto do número de usuários do Google.

Visitando as páginas dos posts anteriores você pode se inteirar mais sobre o desenvolvimento da internet e dos buscadores. Yahoo já foi o “the best” até o surgimento do Google, por exemplo.

Antes de entrarmos diretamente na questão das mudanças do algoritmo assista o vídeo abaixo produzido pelo Google, que mostra um pouco da preocupação da equipe do motor de busca e como eles resolvem o que será implementado. (o vídeo está em inglês mas possui legendas em português, basta selecionar na barra inferior)
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Big Data – Uma questão de informações…

Conversamos nos posts anteriores, (clique aqui para acessar: Aparecer na primeira página do Google… O sonho de todos os negócios!) que o sonho de todos os negócios é aparecer na primeira página do Google.

 

Tela de busca do Google. Como funcionam os buscadores

A empresa Google, que começou com seu site de buscas, logo ficou milionária por causa dos anúncios. O sistema de links patrocinados, cobrando muito pouco a cada clique que os internautas davam nos anúncios, foi se tornando bastante popular devido ao baixo custo e à sua relação direta com a visitação que proporcionava aos sites que não apareciam bem nas buscas orgânicas.

Afinal, um oceano é feito de gotas, não?

Essa política de anúncios no site de buscas da companhia deu certo porque não apresentava aos internautas aquele monte de banners piscando e
competindo pela atenção do usuário: Eram anúncios que naturalmente correspondiam ao que os internautas buscavam.

Utilizo os verbos no passado, pois estamos falando do início da Google, mas é fato que (como vimos no posto passado) a empresa vem mantendo basicamente o mesmo formato de suas páginas de resultados.

Tudo isso só serviu para ampliar o uso do buscador que se tornou o mais popular em todas as regiões do planeta. Ganhando fortunas, ficou fácil para a empresa adquirir outros serviços (como o Youtube) ou manter equipes trabalhando e desenvolvendo serviços para a empresa (Orkut, por exemplo).

Vamos então pensar: Porque para o Google interessava (e interessa ainda) oferecer cada vez mais serviços gratuitos aos internautas?

 

- Para poder exibir mais anúncios? (mais…)

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Aparecer na primeira página do Google… O sonho de todos os negócios!

Bom, nós vimos que no decorrer do tempo da internet as buscas se tornaram o principal responsável pelas visitas em sites (lógico que temos outros meios de trazer pessoas para um site: Campanhas, anúncios, liquidações, e-mail marketing, etc). Mas, no dia a dia “normal” de um site os novos visitantes vêm através das buscas… Seja pelas buscas orgânicas, seja através de links patrocinados.

aparecer na primeira página do Google é sinônimo de um negócio de sucesso

 

Um site bem posicionado nas buscas do Google é quase que sinônimo de um negócio bem sucedido!

Quem está na primeira posição do Google tem uma posição privilegiada. Os segundos e terceiros lugares também… Do quarto ao décimo também atraem bastantes visitantes. Mas, cair na segunda página de resultados já não traz um retorno tão favorável… Confira a diferença no número de visitas recebidas por sites em diferentes posições da primeira página na ilustração abaixo. Repare que da primeira para a terceira posição o número cai praticamente à metade.

Obs.: Para montar a ilustração abaixo eu realizei uma busca específica no Google, que mostrasse clientes meus na primeira, segunda e terceira posições dos resultados, e dos quais eu tenho acesso aos relatórios do analytics. Foram realizados dois filtros: (mais…)

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O Google e a Google (O buscador e a empresa)

Estávamos vendo no post “História dos buscadores – Dos diretórios ao surgimento do Google” que o buscador Google surgiu em uma época em que houve um verdadeiro boom na internet – Uma explosão de conteúdo, com milhares de sites entrando na rede diariamente. Todos os sites querendo aparecer para quem buscava por produtos e serviços. As antigas listas telefônicas começaram a cair em desuso uma vez que procurar na internet era mais rápido e podíamos não só localizar os telefones das empresas, mas também conhecer sua estrutura, seus serviços e produtos. Muito mais prático que aqueles imensos catálogos!

Google, tela inicial do buscador em 1997. Como funcionam os buscadores

Apareceram vários serviços onde era possível buscar pelos sites na internet, mas todos eles começaram a apresentar alguns problemas com relação aos resultados apresentados (esses problemas já foram mencionados no post da história da internet).

Nessa época (1995) dois estudantes da Universidade de Stanford, Sergey Brim e Larry Page estavam realizando um trabalho para a faculdade, onde se propunham, de forma descompromissada, a resolver o problema de classificação de sites na internet. Eles criaram uma metodologia onde os sites eram classificados não manualmente, ou automaticamente de acordo com os critérios de palavras-chave, mas de acordo com o que eu chamo de um “sistema de relacionamento”. O que define se um site é importante ou não é a sua rede de relacionamentos.

 

Link building. O início do Google
– Site 5 não tem links apontando para ele;
– Site 1 possui um link apontando para ele;
– Site 4 possui 2 links para ele;
– Site 2 possui 3 links;
– Site 3 possui 5 links apontando para ele…

 

Costumo explicar para meus clientes que esse algoritmo do Google funciona como uma propaganda boca-a-boca. Se eu estou procurando uma máquina de escrever para comprar, a máquina que tiver mais referências circulando por aí é a que primeiro vai ganhar minha simpatia, certo?

E esse foi o começo do Google buscador. Um programa que rastreava a internet, de site em site, armazenando o conteúdo de texto encontrado em todas as páginas daquele endereço, e seguindo os links que ele encontrava, contabilizando cada link de um site para outro como uma indicação.

Então: se um site possui um link apontando para ele e outro possui 5, qual é o mais importante e deve aparecer em primeiro nos resultados de busca?

 

Bom, esse foi o princípio.

Com o lançamento do site de buscas, as pessoas ficaram encantadas, pois os resultados que retornavam eram muito mais relevantes do que (mais…)

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Um pouco mais sobre a internet e as buscas

Continuando com nossa História da Internet, hoje vai um post com um jeitão mais “happy hour”.

Um vídeo que ilustra muito bem como surgiu o Yahoo e como as buscas foram se aperfeiçoando com o correr do tempo.

Yahoo, busca por empresas. Como funcionam os buscadores

Sei que prometi falar hoje sobre o Google buscador e como ele se tornou a empresa Google, essa potência que conhecemos, mas eu encontrei esse vídeo do DiscoveryChannel, dublado, que mostra de (mais…)

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História dos Buscadores – Dos diretórios ao surgimento do Google

Procura no Google

Pergunta pro Google

Vamos ver o que o Google tem a nos dizer…

Essas são apenas algumas das muitas citações que as pessoas utilizam quando precisam procurar algum conhecimento, produto ou serviço. O fato é que as pessoas já estão mais do que acostumadas a se referir ao Google como a fonte das informações na internet.

Tela de busca do Google. Como funcionam os buscadores

Mas porque será que o Google conseguiu conquistar essa posição de destaque?

Comentei aqui no blog (post sobre a História da Internet e a mudança no comportamento) que a internet foi aberta comercialmente na década de 90; em 1995 no Brasil.

Antes dessa abertura já era possível realizar pesquisas em bibliotecas e sites científicos… Com a abertura, empresas no mundo todo enxergaram o grande potencial que a construção de páginas divulgando seus negócios poderia significar. Isso causou uma explosão no número de sites disponíveis.

 

Com tantos sites na internet, tornou-se necessário criar listas onde esses sites pudessem ser encontrados. Essas enormes “listas de endereços” foram criadas em forma de diretórios, onde os sites eram cadastrados manualmente. As URLs, endereços dos sites, suas descrições e as palavras-chave que melhor descreviam os negócios eram enviadas manualmente para os diretórios que incluíam os sites nas suas listas. Eram muitos diretórios disponíveis e quem montasse um site e quisesse que os internautas o encontrassem precisavam submeter suas URLs a diversos diretórios.

(URLs – endereço de um recurso disponível em uma rede, que pode ser tanto a rede internet ou como uma intranet, e significa em inglês Uniform Resource Locator, e em português é conhecido por Localizador Padrão de Recursos.)

Repare no gráfico que nos primeiros anos (de 1996 até o final de 99) o crescimento do número de registros foi bem modesto. Conforme os recursos para acessar e navegar na internet foram melhorando e alcançando um número de pessoas maior o número de registros mostrou um acréscimo acentuado.

Crescimento do número de domínios .br até junho de 2014. Como funcionam os buscadores

 

Evolução do número de domínios .br até junho de 2014. Como funcionam os buscadores

 

Já nessa época  a briga pelas primeiras posições nos resultados oferecidos pelos diretórios tornou-se (mais…)

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Divulgação de sites na Internet. WWW - Rede Mundial de Computadores

História da Internet e a mudança no comportamento

Comecei a elaborar este texto separando uma série de informações de datas e locais determinantes na “criação” da Internet quando me dei conta que o assunto aqui deveria ser abordado de forma diferente… Não importa discutir datas e locais, mas sim os contextos que nos trouxeram até o momento atual da informação e da comunicação.

A Internet como é conhecida hoje teve um desenvolvimento muito rápido. No Brasil, ela foi aberta comercialmente nos anos 90 – 25 anos de Internet no Brasil!

Muitas das pessoas que estão lendo este texto já nasceram no mundo da Internet. (Não me incluo nesse grupo, rsrs, mas abafa o caso, certo?)
O que importa é a progressão das formas de comunicação até o ponto que temos hoje: tudo rápido, imediato, impessoal (por mais pessoais que as redes sociais pareçam ser).

“A revolução da microinformática aconteceu e afetou milhões de pessoas. Levou-nos a lugares que mal podíamos imaginar. Estamos todos iniciando outra grande viagem. Para onde, também não temos certeza, mas uma vez mais estou convencido de que essa nova revolução afetará um número ainda maior de pessoas e nos levará bem mais longe. As principais mudanças dizem respeito à maneira como as pessoas vão se comunicar entre si. Essa revolução iminente nas comunicações trará benefícios e problemas muito maiores do que a revolução da microinformática” Bill Gates, em seu livro “A Estrada do Futuro”, de 1995.

 

Os computadores começaram a surgir no tempo da Revolução Industrial
(algumas máquinas foram inventadas até antes). Não computadores (mais…)

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Google e Channel Intelligence: Novas possibilidades para as lojas virtuais?

Uma nova aquisição do Google, fresquinha, que deve turbinar a atuação da gigante de buscas junto aos e-commerces, está começando a levantar uma série de dúvidas nos usuários do Google, donos de lojas virtuais e seus clientes.

google + Channel intelligence

Trata-se da aquisição da Channel Intelligence (CI) pelo Google. Apesar de não termos ainda notícias oficiais por parte dos executivos do Google, corre por aí que o negócio foi firmado em módicos 125 milhões de dólares.

Em seu blog, a CI informa que a parceria foi fechada mas que ainda continuará a oferecer os serviços a seus clientes.

A CI (Channel Intelligence) é uma empresa que atua no mercado de lojas virtuais e e-mail marketing com foco na facilitação do processo de busca de produtos e finalização de compras para os consumidores o que, obviamente, ajuda os clientes lojistas a melhorar seu faturamento.

A CI já vem trabalhando em parceria com o Google há anos sendo que os esforços conjuntos resultaram no Google Shopping, uma interface de buscas de produtos e comparação de preços que abalou fortemente sites que ofereciam os serviços (aqui no Brasil talvez o maior representante do setor seja o Buscapé – que inclusive vem brigando judicialmente com o Google alegando que a partir do lançamento do Google Shopping, os comparadores de preços foram muito prejudicados nos resultados de busca).

Uma das ferramentas da CI, CI Boost Shopping Engines, ajuda os lojistas a oferecer conteúdo mais relevante para os internautas e os seus produtos a alcançarem melhores posições em resposta aos termos de busca utilizados, o que tem propiciado aos e-commerces atingirem resultados fantásticos na conversão de vendas: Ferramentas de relatórios de vendas segmentados ajudam a tomada de decisões estratégicas rápidas e eficientes.

Não é difícil imaginar que com mais essa aquisição o Google pretende ampliar ainda mais sua atuação no comércio, só não sabemos ainda como… Se por um lado as soluções da CI podem incrementar a “inteligência” dos robôs do Google visando uma melhoria na experiência dos usuários, por outro pode aumentar ainda mais o poder do buscador. Basta lembrarmos o que aconteceu com Google Shopping: iniciou sua operação de maneira gratuita e pegou todo mundo de surpresa quando começou a cobrar para a exibição de produtos nas listas de comparação de preços.

Uma coisa é certa: o Google, cada vez mais, quer e consegue oferecer melhores experiências de busca aos internautas. Apesar de ter “nascido” como um trabalho de faculdade, o Google conquistou seu espaço e corre cada vez mais atrás de melhores e maiores chances de negócios; ao mesmo tempo, nós usuários comuns, utilizamos essa ferramenta que nos fornece respostas rápidas e relevantes…

Eu trabalho com otimização de sites e sei da importância que representa para uma empresa estar nas primeiras posições dos resultados de busca. Sei também que os resultados do Google são bastante relevantes e que, para conseguir juntar essas informações, analisar o comportamento dos usuários tem papel fundamental nos algoritmos desse software.

Bem, vou me abster de tirar conclusões precipitadas. Confesso que tenho certo receio do que pode surgir desse acordo firmado entre as duas empresas…

Abraços,

Heloisa Gaspar

@Heloisa_Gaspar

Otimização de sites, Links Patrocinados, Midias Sociais. Divulgação de sites na Internet

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