Como um sistema pode te ajudar no controle de estoque

Sistema de frente de loja Vixen. O melhor sistema para manter o controle total da sua loja e do estoque

 

Estoque Mínimo, também chamado de estoque de segurança, é a quantidade mínima que deve existir em estoque, para manter ininterrupto o fluxo de venda e/ou consumo.

Deve-se ter bastante critério e bom senso ao dimensionar o estoque de segurança. Nunca esquecer que ele representa capital empatado e inoperante.

Gestão de estoque. Valorização do estoque

 

Na prática, para se estabelecer o estoque mínimo de cada produto ou material é necessário saber:

  • Consumo no decorrer dos dias (como experiência, faça um gráfico mensal)
  • Tempo necessário para novos itens estarem disponíveis em estoque
    • Prazo para requisição e compra (interno)
    • Prazo de entrega oferecido pelo fornecedor
    • Prazo para conferência e reposição no estoque (interno)

Assim, sabendo qual a periodicidade de vendas e/ou consumo e o tempo para reposição, será possível definir qual a quantidade mínima que o empreendimento deve possuir em estoque.

Bom, seria ótimo se o dia a dia fosse assim… Só que não!

Na prática, o que acontece é que (mais…)

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O que é gestão de estoque?

Gestão e controle de estoque é o processo que compreende desde a escolha do tipo de estoque que sua empresa vai trabalhar e a forma de organizá-lo até o inventário que deve ser feito periodicamente.

Em um mercado competitivo como o atual, manter estoques que consigam atender as necessidades da empresa sem comprometer recursos desnecessariamente é um desafio que pode significar um diferencial de atendimento frente aos concorrentes.

O estoque pode ser formado para ter reserva de produtos, para poder à demanda de consumidores por um determinado período, para manter a produção funcionando sem interrupções ou para garantir preços melhores. Todas essas razões são válidas e devem ser observadas na hora de projetar seu estoque.

Mas é importante ter sempre em mente que (mais…)

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Convênio ICMS 25/2016: Cupom fiscal – Impressão dos códigos CEST e NCM

Entrou em vigor em 1º/06 a determinação do Convênio ICMS 25/2016, que torna obrigatório, a partir de 01 de junho de 2016, a impressão do código CEST (Código Especificador da Substituição Tributária) e NCM/SH (Nomenclatura Comum do Mercosul – Sistema harmonizado) na descrição do item no Cupom fiscal.

Leia o texto do convênio na íntegra

 

Convênio ICMS 25/2016, que torna obrigatório a impressão dos códigos CEST e NCM na descrição do item no cupom fiscal. O Vixen, sistema pdv jatende a essa obrigatoriedade

 

CONVÊNIO ICMS 25, DE 8 DE ABRIL DE 2016

 

Publicado no DOU de 13.04.16

 

 

Altera o Convênio ICMS 09/09 que estabelece normas relativas ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e ao Programa Aplicativo Fiscal-ECF (PAF-ECF) aplicáveis ao fabricante ou importador de ECF, ao contribuinte usuário de ECF, às empresas interventoras e às empresas desenvolvedoras de PAF-ECF e dá outras providências.

 

O Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ, na sua 160ª Reunião Ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 8 de abril de 2016, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte

 

C O N V Ê N I O

 Cláusula primeira A cláusula quinquagésima quarta do Convênio ICMS 09/09, de 03 de abril de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação:

 

Cláusula quinquagésima quarta Os códigos utilizados para identificar as mercadorias ou prestações registradas em ECF devem ser:

I – Número Global de Item Comercial – GTIN (Global Trade Item Number) do Sistema EAN.UCC;

II – Código Especificador da Substituição Tributária – CEST , quando for o caso;

III – Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado – NCM/SH, quando for o caso.

§ 1° Na impossibilidade de se adotar a identificação de que trata o inciso I, deverá ser utilizado o padrão EAN – European Article Numbering e, na falta deste, admite-se a utilização de código próprio do estabelecimento usuário.

§ 2º O código a ser utilizado para o registro das prestações observará a lista de serviços anexa à Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003, admitindo-se a utilização de acréscimos a partir do código previsto na referida lista.

§ 3º Os códigos devem estar indicados em Tabela de Mercadorias e Serviços especificada na ER-PAF-ECF a que se refere a cláusula trigésima terceira.

§ 4º A critério da unidade federada, poderá ser exigido do contribuinte que, havendo alteração no código utilizado, no caso de utilização de código próprio como previsto no § 1º, anote o código anterior e a descrição da mercadoria ou serviço, bem como o novo código e a descrição da mercadoria ou serviço e a data da alteração no Livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência.

§ 5º Os códigos CEST e NCM/SH, previstos no Convênio ICMS 92/15, de 20 de agosto de 2015, devem ser impressos no Cupom Fiscal no campo descrição da mercadoria, a partir do primeiro caractere, da seguinte forma:

#código CEST#NCM/SH#descrição da mercadoria

 

§ 6º Ficam obrigados à regra prevista nesta cláusula os contribuintes usuários de ECF desenvolvidos nos termos deste convênio e do Convênio ICMS 85/01.”.

 Cláusula segunda Este convênio entra em vigor na data da publicação, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do segundo mês subsequente ao da publicação.

 

(fonte: https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/convenios/2016/cv025_16)

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Categorizando os produtos em seu E-commerce

Quer vender mais em seu E-commerce? Mostre seus produtos…

 

Quais motivos levariam um consumidor a comprar em uma Loja Virtual, e não em uma loja física? Provavelmente, com o mínimo de reflexão sobre esta questão, você chegará facilmente a uma lista de possíveis razões, dentre as quais, a COMODIDADE deverá figurar entre as principais, se não a primeira a ser lembrada.

Venda mais em seu E-commerce
Venda mais em seu E-commerce

Quando navegar em seu E-commerce, metaforicamente, imagine-se andando entre as prateleiras de um supermercado. Como você gostaria que os produtos estivessem dispostos nestas prateleiras de modo a facilitar sua compra e permitir que você não se esqueça ou desista de comprar nada?

Agora importe este conceito para sua loja virtual enquanto estiver trabalhando na criação de suas categorias e distribuição de seus produtos. Lembre-se que a primeira tarefa é organizar as “prateleiras” de seu E-commerce. Mas não para por aí. Ofereça a seu público diversas formas de encontrar o que ele procura e, para isso, lance mão de diversos relacionamentos que sua plataforma deve oferecer-lhe: filtros, categorização de produtos por tipos, por características, por família, por preço, etc. Classifique seus produtos pelo maior número de características possível. Um mesmo produto pode ser buscado por muitos e-consumidores, no entanto, a procura por este produto acontecerá pelas mais variadas maneiras.

Cross selling e Up selling
Cross selling e Up selling

Utilize-se ainda de conceitos atuais, tais como cross selling e up selling:

O CROSS SELLING, ou venda cruzada, é promover a venda de um produto complementar àquele primeiramente buscado, aumentando, com isso, o valor do ticket médio de sua loja virtual. Esse relacionamento de produtos por afinidade pode ser feito em dois momentos: no momento da escolha do produto principal e, em uma segunda tentativa, no momento da finalização do carrinho.

Já o UP SELLING é a formação de uma combo promocional ao seu cliente em uma tentativa simultânea de aumentar seu ticket de maneira vantajosa também para o cliente. O melhor exemplo para isso é a clássica combinação hambúrguer + batata frita + refrigerante, onde comprando-se esta combo o valor é inferior à soma do valor dos três produtos quando comprados individualmente.

Seja qual for o segmento de seu E-commerce, facilite a compra para seu cliente e faça uma boa vitrine de seus produtos.

Quanto melhor a categorização criada, mais facilmente seus clientes encontrarão o que procuram e farão de sua visita a seu e-commerce, uma conversão. E o melhor? Se esta experiência tiver sido intuitiva e agradável ao cliente, ele retornará para futuras compras e indicará sua loja virtual a outros compradores.

 

Lembrando que a PWI oferece a melhor solução em E-commerce do mercado. Venha nos conhecer!

E-commerce PWI

 

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Dicas para colocar seu site no índice do Google

Como colocar seu site no Google: confira nossas dicas

Os buscadores como Google, Yahoo, etc. são motores que armazenam em seus servidores todo o conteúdo que conseguem visualizar nos sites visitados por eles. São data centers enormes espalhados por todo o mundo!

Uma vez que um internauta entra na página da web do Google e digita sua busca, “ao dar ENTER”, ele dá a ordem ao programa do Google para buscar, dentre todas as informações que ele possui armazenadas, quais os sites que possuem conteúdo referente à solicitação.

E o buscador retorna aquele monte de resultados…

Mas para que seu site esteja entre aqueles que o Google retorna para o usuário, é necessário (mais…)

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Loja virtual ou loja física? Por onde começar?

Está na dúvida se monta uma loja virtual? Ou uma Loja física? Ou ambas?

Não sabe muito bem se conseguirá gerenciar conjuntamente as duas?

Pois vou lhe dizer que isso é perfeitamente possível e, por sinal, uma prática bastante complementar. Mas não se engane em pensar que poderá reunir seus esforços em apenas uma das frentes, deixando a outra apenas “coexistindo”.

Os investimentos e os esforços necessários à implementação de cada uma são completamente diferentes, tanto na criação, quanto na manutenção da loja. Mas ambas carregarão sua marca, podendo, então, agregar tanto valores positivos, quanto negativos ao seu negócio.

O caminho mais comum é aquele lojista que inicia seu negócio com uma loja física e busca em um E-commerce uma vitrine virtual para sua marca, tentando desta maneira complementar suas vendas com alguns aspectos importantes a serem ressaltados: uma loja virtual permite funcionamento 24hs por dia, 7 dias da semana; não impõe limite de alcance, podendo chegar muitas vezes a atingir um público do mundo inteiro;  permite que pequenas empresas concorram com equilíbrio com grandes corporações e, por fim, fortalece e moderniza a marca abrangendo também um público que nem sempre tem o hábito de frequentar lojas físicas.

Loja virtual x Loja física
Loja virtual x Loja física: onde investir?

Mas é preciso que se tenha com clareza que a operação de uma Loja Virtual é completamente diferenciada, tangenciando a operação de uma loja física somente no aspecto gerencial (contábil, controles internos, financeiros e estoque). Todos os outros processos devem ser redefinidos, inclusive, o próprio processo comercial (compra, venda, logística interna, transporte e logística reversa).

Decidido então pela abertura da Loja Virtual, alguns cuidados devem ser tomados para que, como eu citei no início deste artigo, o seu e-commerce não apenas coexista, mas sim, complemente o sucesso de sua loja física:

  • Atente para a identidade visual de sua marca, os padrões devem ser os mesmos nos dois ambientes. Para isso, talvez valha a pena não diversificar muito seus fornecedores de peças gráficas;
  • Mantenha os estoques alinhados. Caso algum produto seja de venda exclusiva para algum dos canais, mantenha essa informação de maneira clara: é muito chato quando visualizamos um produto no e-commerce, mas optamos pela compra na loja física (situação muito mais comum do que se imagina). Ao chegar na loja, no entanto, descobrimos que o produto pertence somente ao canal virtual;
  • As promoções não precisam necessariamente coincidirem. Mas atenção ao informá-las para que não haja confusões do tipo “vi no site que este produto estava com 10% de desconto, mas chegando aqui na loja só o encontro com o preço cheio”. Seja coerente nas ofertas de promoções e saiba definir as exclusividades para cada canal de maneira auto-explicativa;
  • Muitas vezes, os clientes que vão até sua loja física, simplesmente desconhecem o canal virtual e a possibilidade de comprar sem sair de casa. Introduza essa mídia de forma a expandir a divulgação de sua marca. Se necessário, abuse de promoções para a primeira compra no site. Mas atenção: não deixe de cuidar para que o cadastro deste cliente seja único em seu sistema, caso contrário, o mesmo poderá ter problemas tanto ao se cadastrar em seu e-commerce, quanto no momento de fazer uso de seu desconto concedido.

Qualquer que seja a frente onde vá investir, cuide para que seus clientes sejam, além de satisfeitos, fidelizados e convertam suas visitas em compras. Planeje!

 

E lembre-se: a PWI oferece a melhor solução em integração de lojas físicas e virtuais. Venha nos conhecer!

Loja virtual PWI Store

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Você já tem seu M-commerce?

Entenda essa tendência e modernize sua loja virtual

M-commerce
M-commerce: venda também pelo celular

Começarei esse artigo com um desafio simples à você, leitor: tente encontrar em seu meio alguém que não possua ao menos um aparelho de celular.

Difícil, não é?

Então vou facilitar: tente encontrar em seu meio uma única pessoa que NUNCA tenha acessado a internet através de seu celular.

Bastante improvável. E mais: basta levantarmos um pouco nosso olhar ao redor para nos depararmos com incontáveis pessoas que estão, atentamente, navegando na Internet por meio de seu aparelho, seja em redes sociais, seja gerenciando e-mails, ou mesmo, efetuando compras em algum m-commerce.

Ainda que seja um hábito relativamente novo, comprar pelo celular definitivamente é uma ação para a qual os lojistas devem atentar quando planejam o desenvolvimento de seu e-commerce.
Já citei em um post recente que o acesso a Lojas virtuais através de um dispositivo móvel é uma grande tendência do mundo do comércio eletrônico e, cada vez mais, isso é uma realidade.

Em sua última pesquisa realizada em Outubro de 2014, tendo como referência o ano de 2013, a CETIC (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), órgão ligado ao CGI (Comitê Gestor da Internet no Brasil), o número de brasileiros que usam a internet pelo celular atingiu 52,5 milhões em 2013, representando 31% da população do país. Esse percentual mais que dobrou em relação aos anos anteriores estudados.

O maior levantamento sobre os hábitos de informação dos brasileiros, comandado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, a Pesquisa Brasileira de Mídia de 2015 confirma esta tendência já há muito estudada. No gráfico a seguir, extraído desta pesquisa, fica claro o grande aumento no uso do celular como plataforma de acesso à internet (cada entrevistado poderia ter mais de uma resposta, por isso, a soma dos percentuais ultrapassa 100%).

Plataformas de acesso a internet
Plataformas de acesso a internet

Frente a tantos estudos que comprovam essa enorme tendência de mercado, como você, lojista, está se preparando para não ficar para trás?

Hoje já não basta ter uma Loja Virtual atrativa, com produtos de qualidade, com boas condições comerciais, boa visibilidade em buscadores e uma logística perfeita. Permitir o acesso total a todo esse conteúdo a partir de qualquer dispositivo, especialmente aquele que está sempre à mão do cliente – o celular – é fundamental! E aí entra o conceito do m-commerce, ou mobile commerce.

Mas afinal, o que é M-commerce?

M-commerce ou mobile commerce é a terminologia definida para o comércio – de bens ou serviços – feito pela Internet através de dispositivos móveis, como tablets ou celulares.

A Fecomercio, citando um estudo de 2015 feito pela Paypal em parceria com a Ipsos salienta que em 2013 foram registrados US$102,1 bilhões movimentados em transações (compras online) via celular. E não para por aí! Até 2016 é esperado que esse volume aumente até 105%, podendo chegar a US$ 210 bilhões.

E você, vai ficar de fora disso?

Consulte-nos sobre como transformar sua Loja virtual em um m-commerce!

PWI Store

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Como colocar meu site no Google?

A elaboração de um site é uma tarefa delicada: separar o conteúdo que será publicado, fotos e arquivos adicionais. Uma vez decidido o layout do site e como será a navegação interna, ainda sobrará uma tarefa bastante trabalhosa que é a elaboração dos textos que serão publicados em cada uma das páginas.

Os buscadores e a indexação de sites

Para conseguir preparar melhor o conteúdo de um site visando um melhor posicionamento nos buscadores, é necessário primeiro entender como funcionam esses programas que varrem a internet.

Mecanismos de busca são programas feitos para auxiliar a busca de informações. O Word (processador de textos da Microsoft) possui um motor de busca interno que permite localizar rapidamente dentro de um texto uma palavra determinada. O Windows também possui um programa buscador através do qual é possível localizar arquivos ou trechos de arquivos utilizando o comando “localizar”.

 

O mesmo funciona também na internet: os buscadores como Google, Yahoo, etc. são motores de busca que conseguem localizar dentro de arquivos o conteúdo solicitado pelos internautas (os sites são compostos por arquivos armazenados em servidores que disponibilizam seu conteúdo para acesso através da internet). (mais…)

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Por que ter um ERP operando com minha Loja Virtual?

Frequentemente, quando planejamos uma Loja Virtual, somos levados a pensar somente na parte que está “visível” ao nosso cliente, ou seja, ao site propriamente dito e a todas as variações que o envolvem: cadastro de produtos, fotos para vitrines, cadastro de clientes, cálculo de frete, formas de pagamento, etc.

Unifique os dados de sua Loja Virtual em um ERP
Unifique os dados de sua Loja Virtual em um ERP

Mas nem sempre atentamos à engrenagem que faz isso tudo funcionar. Como gerenciar os produtos de minha loja virtual? Como gerenciar os pedidos de compra? E como ter o adequado controle financeiro de minha loja enquanto empresa? Como emitir notas fiscais? E meu controle de estoque, faço por onde?

São essas e muitas outras perguntas que devem ser ponderadas na fase de planejamento de seu E-commerce para que seja tomada a decisão mais correta na escolha do sistema sobre o qual sua Loja Virtual funcionará. Já tratamos da escolha de sua plataforma ideal anteriormente mas uma outra decisão deverá ser complementar e vamos falar dela.

Por que ter um ERP como back office para minha loja virtual?

Uma loja virtual deve ter um ERP para que centralize de maneira segura e organizada todas as informações pertinentes não só ao gerenciamento de seu comércio eletrônico, mas as próprias informações gerenciais e estratégicas da empresa.

Mas afinal, o que é um ERP? ERP é uma sigla derivada do nome Enterprise Resource Planning que, traduzido ao pé da letra, significa “Planejamento dos recursos da empresa”. ERP é um software que integra todos os dados e processos de uma organização em um único sistema.

Como já citei anteriormente, é importante que se tenha claramente qual a meta de crescimento de seu e-commerce. Isso será determinante na decisão de contratar um ERP, uma vez que a partir de um certo momento ficará inviável que os controles sejam feitos a partir de diferentes soluções.

Imagine receber uma centena de pedidos de vendas por dia e ter que emitir nota a nota diretamente pelo site da secretaria da fazenda? Imagine também compilar os dados para uma dezena de relatórios fundamentais ao seu planejamento estratégico a partir das mais diversas planilhas e relatórios?

Chega de compilar dados: todos os relatórios em um único sistema!
Chega de compilar dados: todos os relatórios em um único sistema!

Com um ERP atuando nos bastidores de seu e-commerce, diga adeus a todas essas complicações. Tenha tudo em um só sistema e ao alcance de poucos cliques, quase de maneira instantânea.

Mas tenha claro que o investimento necessário para adquirir o ERP ideal para sua empresa será proporcional ao nível de automação que espera obter para seus processos.

A PWI oferece uma solução em ERP completa e totalmente escalonável de acordo com o tamanho de sua empresa. Clique aqui para conferir.

 

Resta ainda alguma dúvida? Escreva-nos… Ficaremos felizes em poder atendê-lo.

 

Até a próxima semana!

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As mudanças de algoritmo do Google

A Google está sempre focada em exibir os melhores resultados para os usuários do buscador. Isso é fácil de entender… Se boa parte de suas receitas vem dos anúncios (links Patrocinados) natural eles quererem manter seus usuários bem fiéis! Quanto mais usuários, mais eles ganham!

É por isso que essa gigante das buscas promove mudanças em seus algoritmos.

Sede da empresa Google. Imagtens das mudanças de algoritmo do Google: Panda, Penguin e Humminbird

Acontece que exibir anúncios em resultados de busca é uma forma de negócios que não é exclusiva do Google. Outros buscadores (Yahoo, Bing e outros menores como Ask, etc) também exibem resultados PPC ( Pay per click) em seus resultados. Só que nenhuma delas até hoje conseguiu chegar nem perto do número de usuários do Google.

Visitando as páginas dos posts anteriores você pode se inteirar mais sobre o desenvolvimento da internet e dos buscadores. Yahoo já foi o “the best” até o surgimento do Google, por exemplo.

Antes de entrarmos diretamente na questão das mudanças do algoritmo assista o vídeo abaixo produzido pelo Google, que mostra um pouco da preocupação da equipe do motor de busca e como eles resolvem o que será implementado. (o vídeo está em inglês mas possui legendas em português, basta selecionar na barra inferior)
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